terça-feira, 3 de julho de 2007

Exclusividade - tema para uma conversa a dois ?

Nos primeiros tempos deste meu blog que, na altura, era desconhecido para todos vocês, fui passando a palavras alguns dos temas com que tenho convivido, fruto de experiências vividas e leituras consequentes, a fim de tentar encontrar explicações, na minha cabecinha, para alguns ou mesmo bastantes "porquês"... Nunca fui nem sou de ligar ao establishment hipócrita da nossa sociedade, principalmente quando se trata de sexo; ele é para ser vivido alegre e descomplexadamente, tirando dele um prazer absoluto...
Sempre me considerei "avançado" neste campo (se bem que o "avançado" seja subjectivo...dependerá do juiz a julgar tal coisa e ser juiz em casa própria como agora estou a ser não está muito certo....ihihiihihihihih) assim como uma pessoa honesta, não só perante mim mas também perante todas as pessoas com quem me relaciono. Daí, ter então feito um post com o nome que agora vêem, apelando a que tudo pode ser resolvido - incluindo todos os tipos de relação entre duas pessoas - desde que existam diálogo e uma abertura totais.
Só que , por vezes, mesmo com a melhor das intenções e também por razões circunstanciais ou não, falhamos nesses tais diálogo e abertura totais - conduzindo a mentiras ou omissões - com consequências que podem levar a resultados desastrosos, caso não estejamos em presença de espíritos superiores e, por isso, saberem reconhecer que errar é humano; e quem não tem telhados de vidro, que atire a primeira pedra...
No entanto, e voltando ao tal post, aqui o transcrevo novamente, num apelo - inclusivé a mim próprio - para que esse tal diálogo seja uma constante para todos nós...
Ah! e uma coisa mais... a felicidade, a nossa felicidade, conquistamo-la através da nossa ousadia, da nossa coragem...
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Já anteriormente aqui transcrevi uma passagem deste livro "Sexo e Amor", de Francesco Alberoni, e volto agora a fazê-lo, sem receio de que o autor se possa zangar comigo pois, pensando bem, até será publicidade à sua obra, sinónimo de um eventual aumento de vendas (que modéstia a minha... pensar que este cantinho podesse ser lido por um número de pessoas de tal forma elevado que justificasse tal aumento !). Vou na minha segunda leitura do livro e continuo a encontrar ideias que há muito me são familiares e que me têm feito pensar; este tema é um exemplo e interrogo-me qual o resultado que provocaria num "casal" ao ser confrontado com tal texto ? Será que diriam "Que disparate !" ?... Será que diriam "Mas nós contamos tudo um ao outro !" e, no fundo, cada um tendo as suas mentirinhas e omissões... Ou será que teriam coragem e aproveitariam tal oportunidade para partilharem os seus segredos ? Não acredito muito nesta última possibilidade, em regra... em excepção, sim... Tem muito a ver com o que as duas pessoas em causa conhecem já uma da outra e aí jogarão ou não à defesa... Por mim, é-me difícil ou quase impossível conceber uma relação em que tudo não seja partilhado... enfim... leiam e depois me digam, se assim tiverem vontade...

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Diz Jennifer: «Mas porque será que quero que o meu marido faça amor só comigo e não com outra apesar de eu própria tê-lo traído com outros homens? Porque será que não aceito que o meu homem vá para a cama com outra e se o fizesse seria para mim uma ruptura irrepáravel? Sei que, ao fazer amor só urna vez, não se ligaria de maneira duradoura e continuaria a amar-me. Porém, não o aceito. «Eu tambem o traí. Fui para a cama com dois homens, um era amigo dele e o outro era um colega que conheci durante um congresso. Foi um capricho passageiro, num momento em que nos tínhamos zangado e estávamos separados há muito tempo. E acho que ele também, tenho a certeza, depois de tantos anos que estamos juntos, terá tido alguma aventura. E tenho a mesma certeza que ele não aguentaria saber que fui para a cama com outro. Eu, de facto, não tenho nenhuma intenção de lho dizer. E não tenho nenhurna intenção de lhe perguntar a mesma coisa. «Então somos dois traidores que mentem. Mas será que no amor não temos de dizer tudo, sermos sinceros, leais? Mas nós somos leais, gostamos muito um do outro. Eu gosto realmente do meu marido. Fiz amor com aqueles dois, mas não os trocaria pelo meu marido por todo o ouro do mundo. Nem por isso. Conheço-o bem, sei que é honesto, correcto, generoso, faria qualquer sacrifício par mim. Aliás, gosto dele, gosto de viver com ele, de falar com ele, de dormir com ele, de fazer amor com ele. E acho que para ele é a mesma coisa. O nosso é um casamento feliz. Mas ambos temos de calar e mentir para não estragar a nossa relação, a nossa vida. É estranho: enquanto calarmos e mentirmos, o nosso amor continua a ser intenso na pretensão de ser exclusivo. Mas nunca devemos verificar se é realmente exclusivo para não o estragar.» Na realidade, todas as relações humanas são feitas de coisas que se podem dizer e de coisas que não se podem dizer. Uma pessoa que entrevistei que teve uma vida amorosa muito atormentada, a certa altura começou a namorar com um homem mais novo que ela e disse-lhe: «Tu podes fazer o que quiseres. Mas faz com que eu nunca veja nem saiba nada, e não penses nunca em fazer-me confissões.» O silêncio não vale só pelo amor. Toda a política, toda a arte da negociação, todas as relações humanas, inclusivé entre pais e filhos, fundam-se sobre o indizível. Nós não podemos exprimir os pensamentos, os factos e os sentimentos que magoariam o outro ou que revelariarn aspectos de nós que o perturbariam. Não devemos dizê-lo nem sequer a nós mesmos: a nossa vida seria uma barafunda de emoções contraditórias sem um centro que produza uma coerência e uma ordem, que imponha um não ou um sim. As relações humanas são reguladas pelo mesmo princípio de indeterminação da mecânica quântica: sabes como correram as coisas só depois de ter cumprido uma medida, quer dizer, depois de ter intervindo no fenómeno e, ao intervir, modificaste-o. Já a pretensão de saber, a pergunta, altera a relação. De qualquer maneira, a verdade é sempre um artefacto gerado pela tua acção que fez com que as coisas fossem «ou isto ou aquilo».
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28 comentários:

Insaciável disse...

Exclusividade...

A minha opinião tem o valor que tem afinal a minha condição de livre que nem um passarinho permite-me poder ter uma opinião mais ousada.

A exclusividade para mim é aceitável assim como também é a não exclusividade. Tudo tem a ver com as regras que os casais definiram e felizmente estamos cada vez mais num mundo de open minded people e a prova disso são os clubes de swing que proliferam por aí.

Não me choca ter alguém não exclusivo o que me choca é ter alguém que rompe as regras definidas por nós.

Gosto da sinceridade acima de tudo e como diz um amigo meu: há foder, há sexo e há fazer amor. Temos que escolher as pessoas certas para cada uma destas coisas.

Bjos

Isamar disse...

Boa noite

Ver este tema complexo, que me é tão particularmente querido por razões de percurso pessoal, retratado de forma sincera,tocou -me particularmente.
No Amor deseja-se a exclusividade.
Mas Amar é respeitar a liberdade , as opções de quem ama.
Sou uma mulher que sonha com uma relação vivida na exclusividade, que o Amor pelo outro aceitará sem hipocrisias ou preconceitos o que a essência e o desejo do outro quer partilhar em cumplicidade.
È assim que entendo a relação sublime homem-mulher.

Quando o amigo do"insaciavel" diz que se tem de escolher os parceiros para fazer amor , para sexo , para foder, divide a essencia do ser humano.
Um homem ou uma mulher desejam viver em plenitude nos braços do outro todas essas emoções, sem ter de sentir o estigma do rotulo de determinado comportamento ou palavra verbalizada na emoção dos inumeros momentos que uma vivência plena permite.

Eu acredito que existe EXCLUSIVIDADE num AMOR em LIBERDADE

Se é SONHO , eu acredito nele, porque para mim BASTA de hipocrisias e mentiras,BASTA de justificaçoes para legitimar comportamentos.
A Verdade não doi!É a VERDADE.

Estou muito grata ao acaso que me conduziu a este blog.
Sinto que não estou só!!!
Isamar

http://shakermaker.blogs.sapo.pt disse...

Ora viva!

Tanto no sexo como em tudo na vida, sou apologista da prática de omissão. Digamos que se ninguém nos perguntar, então não devemos ter a iniciativa de responder.

Mesmo correndo o risco de ser mal entendido (que se lixe!), não estou de todo a defender a mentira pela mentira. Nada disso!

Mas convenhamos que ao estarmos voluntariamente a contar algo que possa suscitar más interpretações, estamos também a dar demasiada importância a um determinado assunto.

Ora, no sexo, passa-se um pouco o mesmo. Se não estamos à vontade, ou temos abertura do nosso parceiro(a), para revelar uma fantasia ou até mesmo uma traição, então omitimo-la.

E com isso não vem mal ao mundo nem tão pouco devemos ter problemas de consciência. Se ninguém nos perguntou, então é porque ninguém desconfiou.

Sim, quem desconfia ou tem ciúme, acaba por perguntar. Ou mesmo por ter comportamentos bizarros, dos quais devemos compreender os respectivos sinais. Nunca fiar e muito menos desvalorizar a inteligência do próximo.

Um abraço...
shakermaker

Alexandre disse...

Shelyak,

obrigado por trazeres este trecho do Alberoni e o tema em si. Já comecei a ler o livro por 2 ou 3 vezes mas depois acaba por ficar no meio da amálgama de livros que começo a ler e não termino!

O tema é pertinente e acho que faz parte da natureza humana. Aliás, grandes conflitos e grandes guerras na história da humanidade começaram por causa do ciúme da exclusividade!

Mas será que temos o direito de exigir exclusividade quando por vezes nós não a damos? É muito complicado, pensamos sempre que as coisas feitas por nós estão correctas e quando os outros «transgridem» estão errados! E é difícil modificar esta maneira de ser! Não estou a falar de mim mas na generalidade! Mas há coisas que uma conversa a dois pode se não resolver pelo menos esclarecer ou atenuar!!!

Um abraço!!!

Peter`s disse...

Uma boa opção tematica!!!
Pelos comentarios anteriores interrogo-me se não existiráo respostas no feminino e no masculino?

Momentos Inolvidáveis disse...

Shelyak... mas que belo post...

kiss

Anónimo disse...

Não sonhes tão alto, não tentes a perfeição...ela não existe.
Podes falar, divagar, mas não chega para conseguires o que queres, e só conseguirás no dia em que fores perfeito, assim como desejarias que os outros o fossem ao teu olhar...
A perfeição existe um dia umas horas e logo vem os direitos de cada um...
É preciso saber Amar e não é fácil...
Meforever

Laura disse...

akismheinsftoe loenhavcttteçs yus
oinftap,mnsuytr bmois.
j8usbekpo!!!

Abssinto disse...

Quanto a isto ja sabes que sou um cavalheiro à moda antiga ("quando eu era mais novo..."), mas já tive momentos de loucura bem servida. Curiosamente quase sempre com estrangeiras. Será algum bloqueio anti Maria Portuga?;) Excelente leitura!

Abraço

Maria disse...

Coragem!Ousadia!
Ter a coragem e a ousadia de partilhar com o outro todos os sentires, fantasias, desejos, emoçoes.
A partilha. a cumplicidade une as pessoas.
Sonhar alto, porque não?
Sonhar acordado,porque nãò?
Afinal o Sonho comanda a Vida.
A sonhar tenho me mantida viva e de cabeça erguida.

Eu sou uma das muitas Marias Portugas( uma delas é mãe do Absinto?)

As mulheres deste pais SONHAM, estão VIVAS , sabiam?

Adorei o seu post
uma humilde
Maria Portuga


(Não tinha nome. Assumo este a partir de hoje)

Maria Ostra disse...

Caneco, num post 2 bicos de obra: a mentira/omissão e a traição.
É como tudo na vida... Cada caso é um caso e, por conseguinte, tudo depende com quem nos relacionamos...

Marrie disse...

O q dizer do teu espaço??? Agradeço imensamente a tua visita q, por conseqüência, me fez vir até aqui. Se andares um pouco mais pela minha casa irás perceber q sou uma "mulher musical" (rs). Tenho a música como uma das grandes motivações do ser humano pra tudo. E aqui.... encontrei um belo momento musical. E ainda c/direito a grandes reflexões! Parabéns!
Qto ao post em questão, li os diversos comentários e acredito q a sinceridade nua e absoluta realmente não existe pois como seres humanos temos imperfeições, inseguranças (por mais q se viva uma relação de amor e lealdade), enfim, somos contraditórios, ambíguos e vivemos os extremos por natureza. Vida e morte; sol e lua; alegria e tristeza; amor e ódio; tesão e impotência (no caso de uma traição!).... somos assim! E, principalmente, somos únicos. E, desta forma, jamais conheceremos 100% a verdade incondicional já q pra isso precisaríamos, primeiramente, conhecermos a nós mesmos de modo absoluto........ e isso...... jamais será possível pois estamos em constante mudança e graças a isso sobrevivemos aos altos e baixos da vida. E assim, tbém se pode dizer sobre a vivência da nossa sexualidade. O q ocorre é q uns mentem p/si mesmos e outros p/os demais. Uns procuram viver intensamente, mesmo q guardem p/si alguns detalhes. E aí entra o respeito aos sentimentos um do outro, o companheirismo em aceitar e compreender a individualidade de cada um, o amor q se transforma constantemente a medida q envelhecemos e amadurecemos, deixando de lado preocupações estereotipadas e institucionalizadas impostas pela sociedade hipócrita q esconde a todo instante suas fraquezas e defeitos. Como disse alguém aí em cima, não estou defendo a mentira e sim aceitando a nossa realidade humana – somos imperfeitos! Por isso, buscamos alguém q nos complete em nossas imperfeições, pois se fôssemos perfeitos não precisaríamos de ninguém mais além de nós mesmos. E aí a vida perderia a sua graça!
Nem preciso lê todo teu blog pra saber q mereces um link lá no meu, ok?
Marrie

Som Do Silêncio disse...

Olá,

Bem Exclusividade...

Nos tempos que correm hoje em dia é cada vez mais rara...

Acho melhor definir "regras" e que sejam cumpridas.

Mas isso é uma opinião minha, nada mais que isso.

Um Beijo em Silêncio

DELÍRIOS disse...

Como um dourado pincel
O luar empasta o corpo
Formando silhueta n’areia,
Como se esculpida fosse
Por um artístico cinzel.
Fico silente observando
O porte do gentil Apolo,
De quem a lua enamorada
Deseja sentir, nos frios raios,
O calor que dele emana.
As ondas, enciumadas, tentam
Atrair a apolínea beleza
Tecendo rede de espuma
Para lançá-la na praia
Como vela que se enfuna
Açoitada por ventos do desejo
Empurrando o elemento feminino
Para o barco das ilusões,
Onde, feliz, se deixa acorrentar
Ao mastro do elemento masculino.

Bjus Delirios...

Nanny disse...

Vinha eu aqui, só para ouvir uma música antes de fechar para me ir deitar... não fui ainda, claro!

Tema complexo e sempre actual.

Fidelidade e exclusividade, já muito disse sobre ambas e acho que hoje estou demasiado cansada para te dar uma opinião lúcida sobre o assunto.

Deixo-te um beijo e a promessa de voltar para te dar a minha opinião

EXCITAÇÕES disse...

Por vezes agimos de modo contradit�rio a n�s pr�prias quando somos confrontadas com uma situa�o como a do seu post e mentimos. Mas mentimos a quem? Ao nosso companheiro? A n�s pr�prias? Ou � sociedade que espera de n�s um comportamento que na maior parte das vezes n�o queremos ter? O

Gostei de ter descoberto o seu blog, e obrigado pela visita ao Excita�es!

feel it disse...

e � a mais pura das verdades! Para qu� inventar problemas querendo ser verdadeiros quando o facto de por vezes, eu n�o diria mentir, mas contornar a verdade, evit�-la, pode ser t�o saud�vel?! vai depender mesmo das regras estabelecidas numa rela�o, mesmo que seja uma rela�o sem regras!

Sutra disse...

Parabéns pela escolha do autor com que «ilustras» o tema da traição, das relações e do sexo. Parabéns pelo tema em si.

Francesco Alberoni sabe abordar temas como o sexo e as relações de uma forma excelente.
Em livros como 'Erotismo' ou 'Enamoramento e Amor' podemos ver precisamente essa abordagem extraordinária - «Uma vida longa e intensa muito dificilmente se pode caracterizar por um único amor»

«As mulheres que tomam mais iniciativa tendem, a meu ver, a atrair agora homens mais jovens. E os homens vão ser cada vez mais confrontados com a necessidade de seduzir, de se tornarem mais eróticos. Mas, por enquanto, eles ainda não são capazes. Por enquanto, mulheres com 30 ou 35 anos não encontram parceiro à altura, os homens que vêem parecem-lhes estúpidos»

Estas são apenas pequenas partes que mostram o seu conhecimento das relações (ou não fosse ele um sociólogo que estuda basicamente as relações entre os indivíduos, mais do que a sua relação em sociedade).

O tema traição é complexo - até que ponto se trai? É só quando nos deitamos com outra pessoa? Quando fazemos sexo? E o mero desejo ou pensamento? Será traição?

:-)

Já chega - escrevi demais! lol

Beijo doce e bom fim de semana :-)

zetrolha disse...

Não existe exclusividade na vida e aqueles que julgam tê-la andam enganados, e a nossa liberdade de opção pende a diminuir a cada dia que a ilusão de exclusividade aumenta.

AcidoCloridrix disse...

EXCELENTE,,,, poderei te linkar um destes dias???? HCL

Isamar disse...

Dou comigo a abrir o teu blog.
Estimula-m ler estes comentarios ,conduza a reflectir e então ao som dos Doorsnão tem explicação.
Há muito tempo não parava para reflectir.

Apesar de ponderar as certezas e encertezas de alguns comentadores do teu blog, eu advogo a Verdade nas relações porque a qualidade da relação é do melhor.
Ja não me apetece gerir relações.
A verdade é so uma e nesse pressuposto imagino-me a libertar-me todinha.
Ser Mulher em pleno.
Amiga, amante, provocadora, atrevida, puta, o que me apetecer no colinho do homem que sabe quem sou, qie eu sei quem é.

Todos procuramos isto sinto-o nas conversas veladas que as pessoas têm .
Sim , porque se sente que toda a gente omite, mente , protege-se.
Mas temos de deixar o espaço para a Regra da relação baseada na Verdade!
Ou será que temos medo disso ?

Não me demovem de Sonhar que essa é a melhor das interacçoes afectivas, onde o sexo e o prazer se vai revelar com todos os seus condimentos.

Gosto deste blog
Obrigado
Isamar

Gi disse...

Um tema interessante que aqui trazes pelas mãos de Alberoni.
Eu gosto de acreditar que a exclusividade, Chama-me ingénua, chama-me sonhadora. Eu sei que é difícil mas é possível. Seja como fôr não me arrogo ao direito de criticar que o pensa ou faz de forma diferente. O meu conceito de liberdade é abrangente . Desde que as atitudes não vão de encontro á Liberdade dos outros, para mim força. Façam o favor de ser felizes! :)

Bom fim de semana. Um beijinho

AcidoCloridrix disse...

Obrigado pela autorização para te linkar amigo,,,, será um prazer!!! Um destes dias,,, sem dares por ela,,, levas uma "linkadelazinha" sorrateira,,,, abraço,,,, HCL

AcidoCloridrix disse...

shelyak,,,, eu que agradeço a tua nobre presença e observações no nooso "Burgo" de sexo com arte,,,,e quanto a desgraças,,, não gostarias de sugerir algumas a votação????
Seria otimo,,, vindo de ti amigo,,,, um abraço,,, HCL

o alquimista disse...

“O Alquimista” foi nomeado o melhor dos 7 bogues maravilha após votação na blogoesfera, a imensa honra que me invade faz com que distribua esta honra por ti e todos aqueles que me visitam partilhando comigo esta Alquimia das Palavras.



Perdido no tempo o teu coração errante, alma desencontrada da oração, uma flor liberta na brisa uma semente, que secretamente a noite a recolhe na ausência de um coração.


Bom domingo


Abraço

Shelyak disse...

Tanto que gosto de vos ler...fazem-se sentir que não estou só nestas dúvidas que tantas vezes me assaltam e à mão armada!!! E este tema é realmente complicado...podemos negá-lo, claro; será sempre mais fácil enterrar a cabecinha na areia. Eu próprio, e embora defensor desta abertura e partilha, confesso, já pequei...mas depois me redimi...:) Diria que tudo depende do tipo de relação que se pretenda...

Para a Marrie e Acidocloridrix...
Será meu o prazer de terem uma ligaçãozinho para este espaço nos vossos cantinhos...

Para o Alquimista...
Parabéns merecidos pelo justo reconhecimento do teu blog assim como pelas tuas tão amáveis palavras...

Tem sido bem giro andar por aqui :)

Anabelacps disse...

Como eu entendo estas linhas...
Como eu sei bem o que elas dizem...
Como eu... concordo com a apologia do indizível, e do inaudível...

Como tens razão... Shelyak...

(leio-te sem comentar... há algum tempo... mas este post tinha-me escapado... e não digo agora tudo o que me vai na cabeça...)

carpe vitam! disse...

Na diversidade de opiniões e comportamentos humanos, há espaço para se encontrar tudo. O que me parece importante é que os pares tenham a mesma opinião sobre o assunto, ou respeitarem mutuamente as suas opiniões. Quando assim não é, as relações não resultam.