terça-feira, 26 de junho de 2007

Swinging... divagações...

Ontem lia um post da Luna a propósito deste tema já tão debatido que é o Swing e achei que o comentário que tinha vontade de deixar seria de tal forma extenso que deixaria de merecer esse nome; assim, optei por fazer um "pequeno" post sobre este tão e sempre quente assunto...

Recordei alguns anos atrás em que o local de encontro dos swingers era ainda e apenas o Memorial (foi nessa altura que apareceu depois o primeiro clube, o Erotikus) assim como a atenção que dediquei a estas divagações ao ponto de ter feito, juntamente com um amigo e tendo como base artigos variados em outros sites, uma série de FAQ's que foram incluídas num site que então fizemos, como suporte para algo mais... foram tempos bem "giros", bem vividos, animados e que tanto me revelou da condição humana... as suas fraquezas, as suas inseguranças, os seus ciúmes, a sua coragem tantas vezes postas à prova... mas também me deu o privilégio de conhecer pessoas fantásticas de quem hoje ainda sou amigo, verdadeiros liberais...

Como dizia a Luna e bem, para se ter sucesso nesta forma de estar, é condição fundamental que um casal - seja ele de que tipo fôr - tenha uma relação bem sólida e se aceite a individualidade de cada um, não como propriedade sua mas como pessoa que ali está, ao nosso lado, com o seu "eu" bem definido, bem independente, embora juntos numa cumplicidade e partilha a toda a prova.
Uma coisa digo eu: o verdadeiro swinging, na minha opinião, o que pode resultar a longo prazo, nada tem a ver com o "toma lá dá cá" mas sim com o prazer de proporcionar prazer ao/à parceiro/a....

Muito mais poderia dizer mas, por um lado, não me quero alongar muito mais e, por outro, as FAQ's respondem a bastantes questões...

Ah! uma coisa mais... os trios, seja eles masculinos (HMH) ou femininos(MHM) sempre foram infinitamente mais fáceis de gerir do que a quatro, por razões óbvias... embora, como em tudo na vida, cada coisa com o seu encanto...



E aqui vão as tais FAQ's...

P: O que é ser swinger? O que é o swinging?
R:
O termo swing, em inglês, significa baloiçar ou variar entre duas coisas.
Nesta acepção, swinger é todo aquele que tem relações sexuais fora do casamento, mas com o conhecimento, concordância, colaboração e muitas vezes ajuda do seu cônjuge. É a chamada pimenta do casamento que vem animar a monotomia e rotina de uma relação.
O swinging é uma filosofia de vida para todos aqueles que, tendo conseguido controlar o ciúme, compreendem que o seu cônjuge não lhes pertence e, assim, não têm o direito de os autorizar ou proibir. Sabem que o ser humano não é monogâmico e essa fidelidade antinatural tem apenas sido imposta pela religião ou sociedade ocidentais. Aceitam, por isso, que um dos direitos do seu parceiro é divertir-se com terceiros, desde que numa base de grande verdade, sinceridade, amizade e cumplicidade dentro do casal.
Nunca se esqueça que o swinging diz respeito apenas a sexo (hetero, homo ou bi), e não inclui ou admite envolvimento sentimental de nenhum tipo.
De notar que, dentro do casal, o reconhecimento da liberdade do outro cônjuge é uma genuína dádiva de amor, e não um negócio nem uma “compensação” pela libertinagem de um dos parceiros ou sequer a moeda de troca que um cônjuge utiliza para atingir os seus objectivos egoístas e pessoais. Note, ainda, que não terá, por isso, que haver uma directa e imediata relação entre o número de vezes que cada um dos cônjuges swinga ou swingou. Não se trata de uma competição (ver quem swinga mais) ou negociação (trocar a autorização de swinging por outra qualquer vantagem) e o objectivo não é sequer empatar no número de actividades swinger de cada um.

P: Só os membros de um casal podem ser swingers?

R: Por definição, sim, já que é necessário o conhecimento e concordância do outro cônjuge, o que não pode acontecer com pessoas sós e solteiras. Mas, para um casal, a prática swinging não se restringe apenas a outro casal. Na realidade existem casais swingers com vários “formatos”:
• os que praticam swinging a dois (e não necessariamente ao mesmo tempo) com um dos membros do outro casal ou com um individual;
• os que praticam swinging a três (formando trios com qualquer dos sexos) com um dos membros do outro casal ou com um individual;
• os que praticam swinging a quatro (ligando-se apenas com outro casal swinging) em que todos os membros estão sempre juntos ou não;
• os que praticam swinging com mais de um casal em simultâneo (em várias combinações possíveis).

P: Qualquer casal pode ser swinger?

R: Não. Nem pensar. Apenas os casais felizes e com uma sólida e estável relação conjugal se podem aventurar nesta filosofia. É necessária uma grande confiança e espírito altruísta entre os membros do casal, e uma forte relação de amor que dê a cada parceiro uma grande felicidade em dar ao outro parceiro a liberdade de ter prazer. A experiência tem demonstrado que os casais felizes aumentam a solidez, a confiança, a intimidade, a cumplicidade e a felicidade do seu casamento, enquanto que os casais que têm problemas... aumentam os seus problemas com o swinging. Por isso tenha cuidado. Pense sempre nos programas de televisão em que os profissionais que fazem coisas perigosas avisam os espectadores para não repetirem aquela proeza em casa.

P: Quais são os riscos mais frequentes?

R: Como foi dito atrás, os riscos do swinging são inversamente proporcionais à felicidade já existente no casal: quanto mais feliz for um casal, menos riscos corre com o swinging.
Mas um dos riscos que a experiência tem demonstrado ser mais comum é o incontrolo do ciúme. São conhecidos casos em que tudo parece acertado entre o casal antes da prática swinger e depois, em face da realidade, um dos cônjuges demonstra incontroláveis ciúmes que muitas vezes não consegue esconder dos parceiros de swinging, o que provoca situações muitas vezes embaraçosas e desagradáveis.
Outro dos desagradáveis problemas pode surgir quando um dos membros (normalmente o marido) não aceita, afinal, o prazer do seu cônjuge. Não compreendendo que a novidade traz uma natural excitação e entusiasmo, um dos cônjuges não aceita que o outro goze mais do que lhe é hábito. Tudo está bem enquanto o parceiro se comporta apenas como costuma comportar-se em casa... e tudo corre mal quando um considera que o outro se divertiu “demais”.

P: Eu concordo com a lógica swinger, mas como convencer a minha mulher (ou o meu marido)?

R: Esta é uma das perguntas mais comuns.
Na verdade pode tentar convencer a sua mulher, mas nunca a force ou obrigue. Lembre-se de que a filosofia swinger não tem que agradar a todas as pessoas e, por isso, não deixe de contar com a hipótese de a sua mulher (ou o seu marido) ser uma das pessoas que não deve enveredar por este caminho. Mas se acha, sinceramente, que a sua parceira se adaptará bem a este comportamento, eis alguns conselhos:
• assegure à sua parceira que ela é livre de fazer a escolha, e que o seu amor por ela não se alterará em função da decisão tomada;
• não tenha pressa. Deixe-a evoluir calmamente até ela aceitar a ideia, sentindo que não foi pressionada;
• não provoque situações embaraçosas em que ela se sinta culpada por ainda não ser swinger, ou fique desagradada com a sua insistência ou a situação criada.

P: Como posso abordar o assunto?
R:
A melhor solução para qualquer problema de um casamento é a comunicação! Se está a pensar na actividade swinger, deve haver uma óptima comunicação no casal.
Comece por falar nas vossas fantasias e desenvolva os sonhos de cada um. Ao mesmo tempo visitem, juntos, sites de swingers. Frequentem canais de IRC (como o #Swingers_Portugal) onde se discutem estes tipos de temas e onde poderão trocar impressões com outros casais que já partilham desta filosofia. Deixe que um swinger experiente fale com o seu marido ou uma swinger experiente fale com a sua mulher. Resumindo, informem-se e tomem conhecimento de que há outros casais que funcionam assim... e funcionam muitíssimo bem e são muitíssimo felizes.

P: Como encontrar outros casais?
R: Não é fácil que as pessoas que formam minorias se identifiquem com segurança. A sociedade tende a criticá-las e a rejeitar a sua conduta pelo que nem sempre assumem publicamente as suas opções sexuais. Mas há alguns métodos: responda a anúncios on-line; frequente canais swingers no IRC; vá a clubes de swingers (como não há em Portugal terá que ser no estrangeiro); frequente alguns bares e boites de Lisboa e Porto onde os casais swingers costumam encontrar-se.
Comece a interessar-se e a procurar e vai ver que encontra o caminho certo.
Em qualquer dos casos, assuma todas as seguranças antes de revelar uma faceta íntima do seu casamento e antes de perceber se o outro casal é realmente swinger. Como em todas as coisas da vida, avance com cautela.

P: Se formos a uma discoteca ou festa com outros casais, o que devemos vestir e o que devemos esperar?
R: Vistam-se conforme a festa e local, mas normalmente o traje é descontraído e agradável. Lembrem-se de que devem causar uma boa impressão aos outros presentes.
O que devem esperar depende sempre do tipo de evento mas, seja qual for, estejam descontraídos. Ninguém os obrigará a nada pois se essa é a primeira regra do swinging também é, antes disso, uma regra fundamental da boa educação. Deixem-se ir um pouco ao sabor do vento e dos acontecimentos, e procurem divertir-se. Afinal foi para isso que foram, não é?
Quando as coisas não estiverem a passar-se de uma forma que vos agrade, saiam. O swinging não é suposto ser desagradável, e o que se passou “nessa” festa ou “nessa” discoteca pode não reproduzir correctamente a actividade swinger.

P: Que tipo de pessoas são os swinger?
R: Os swinger são pessoas absolutamente normais, podendo pertencer a todos os estratos sociais, culturais, económicos e etários. De um modo geral são pessoas que gostam de sair, são pouco conservadoras e por vezes exuberantes. Normalmente gostam muito de viver a vida, e tendem a não ser religiosas. Em termos físicos, encontrará swingers de todos os tipos: altos ou baixos, magros ou menos magros, novos ou menos novos. Não há, pois, nenhuma forma de identificar um swinger pelo seu aspecto exterior.

P: O que devemos dizer quando respondermos ou colocarmos um anúncio?
R: A verdade. Sejam honestos na vossa descrição e o mais exactos e específicos possível naquilo que pretendem encontrar. Expliquem muito bem em que estado se encontram e quais são os limites do vosso imaginário; o que acham que é admissível, desejável ou ideal, e aquilo em que não estão interessados de forma alguma. O envio de fotos costuma aumentar a probabilidade de resposta, mas representa também um maior risco de perda de privacidade. Por isso, e até sentirem ou terem a certeza de que do outro lado estão pessoas civilizadas e em quem possam confiar, não enviem fotos de nus ou hardcore. Para uma primeira abordagem as fotos normais ou com sensualidade são mais do que suficientes para que possam fazer uma primeira triagem.


P: Onde nos devemos encontrar a primeira vez?
R: A melhor sugestão é um local neutro, isto é, um local público, restaurante ou bar. Sejam pontuais e certifiquem-se de que forneceram os elementos necessários para que as outras pessoas vos identifiquem imediatamente, bem como vocês a eles.
Combine previamente alguns sinais com o seu parceiro/a para que, em qualquer altura, possam dizer “sim”, “não”, “talvez” ou “vamos embora”.

P: Como se dá o primeiro passo?
R: Porque o primeiro passo é sempre um embaraço para toda a gente (mesmo para os que são mais experientes), a nossa sugestão é de que não sejam acanhados nem dúbios. A melhor forma será perguntarem, combinarem e conversarem abertamente com o outro casal. Deixem claros os vossos desejos e limitações e oiçam os desejos e limitações do outro casal. Deixem claro o vosso estado mental e certifiquem-se do estado mental dos outros. Não se esqueçam de que pode ser muito desagradável encontrar uns parceiros que descobrem, de repente, não estar preparados para aquilo em que se meteram. E como isso pode acontecer de surpresa, mesmo depois de terem esclarecido tudo... não deixem de assumir todas as cautelas antes.
Não tenham nenhuma pressa, pois a pressa é inimiga da segurança.
Finalmente, lembrem-se de que NÃO quer dizer NÃO (em qualquer altura) e de que tudo deverá passar-se numa atmosfera de charme, simpatia, requinte e boa educação.

P: Tenho mais dificuldades em ser aceite por ser um homem sozinho?
R: Sim, claro, na medida em que surge como uma pessoa que parece não ter nada a perder com a situação.
Além disso, os solitários (homens ou mulheres sós) normalmente estão mais preocupados em obter do que em dar prazer, e tendem a ser egocentristas, apressados, intrometidos, pegajosos, pinga-amor e mesmo apaixonados! Para terminar, há uma certa tendência para considerar os solitários como uma classe de maior risco em termos de saúde.
Mas em questões de comportamento humano não há regras fixas, e tudo o que dissemos atrás pode não se aplicar ao seu caso ou ao solitário que acaba de conhecer.

P: O sexo seguro é obrigatório entre os swingers?
R: Para muitos casais, o sexo seguro é um ponto de honra, mas para outros, não. Trata-se de uma decisão pessoal e como tal deve ser respeitada.
Na verdade o risco existe e, por isso, faça como se sentir melhor. Nunca permita que sejam outros a dizer-lhe que não deve usar qualquer tipo de protecção, se essa não for a sua vontade.

P: O que é “soft swinging” e “hard swinging”?
R: Hard swinging pressupõe a existência de relações sexuais. Soft swinging pode ser duas coisas: o conjunto de todo o resto de intimidades desde que não exista relação sexual; ou, uma situação de relações sexuais entre dois casais, lado a lado, mas em que não haja troca de parceiros.

P: O que é um “hardcore swinger”?
R:
Considera-se “hardcore swinger” o casal cujo único interesse seja sexo e de preferência, muito. Não lhes interessa o convívio social ou qualquer outro tipo de entendimento com outros swinger. Normalmente as suas vidas desenrolam-se em exclusivo em torno do sexo.

P: O que é um “falso swinger”?
R: Considera-se “falso swinger” aquele que tudo faz para se envolver nas actividades swinger mas que não tem uma parceira que o acompanhe. Por essa razão, costuma mentir sobre a sua parceira e, quando há um encontro marcado, apresenta sempre uma desculpa para a parceira não comparecer.

28 comentários:

Nanny disse...

Li o teu post de fio a pavio e reconheci as palavras de "qualquer lado" ;-)

Só não posso concordar contigo num ponto, mas acho que isso daria outro post :D

Um dia, quiçá, esclarecemos

Um beijo

Shelyak disse...

Nanny...
Fiquei curioso... respondi-te no teu blog...
Beijinho

Vertigo disse...

estava a adorar ler o que falas aqui hoje aqui caro shelyac,até porque é um assunto que me aguça a curiosidade...mas quando vi a extensão do post,vi também que já é bem tarde e daqui a umas horas tenho que estar a trabalhar,mas antes disso é preciso descansar o corpo :)

amanhã volto para ler tudinhoooo

beijo

Um Momento... disse...

Li até meio...
tenho k ir ao duche para ir trabalhar...
volto mais tarde...
Beijo de bom dia (*)

Maria Ostra disse...

Eu cá acho as triangulações tão complicadas - falo em termos relacionais. Se não forem bem geridas estão sempre a desequilibrarem-se...

Francisco del Mundo disse...

Belo post... No mu mundo irei por uma referência a ele...:D
Abraço

Abssinto disse...

Ah, no meu tempo! No meu tempo...

Abraço

isamar disse...

...se duvidas havia...eliminei-as.

Assunto muito actual descrito com naturalidade e precisão.O Post é extenso mas justificado pela complexidade do tema.
Parabéns!

PS: uma curiosidade , é swinger?:)

MARTA disse...

Concordo com o último comentário, pois, como sempre o teu post é elucidativo e muito natural.
Obrigada pela visita ao meu blog - há um novo post, se quiseres espreitar, faz parte do tema que estou a desenvolver.
Beijos e abraços
Marta

Anani disse...

Ora bem, já falei sobre a minha posição em relação a isto: não me vejo no swing enquanto troca de casais, revejo-me totalmente nos trios, e no soft swing. Uma questão complicada é que concilio o soft com o hard na medida em que gostaria do soft sem me envolver com o casal, entendes? Ser sexo puro... Sou muito reservada (embora não pareça, eu sei), e não me agrada a ideia de ter de estabelecer contacto social para um contacto sexual que usaria exclusivamente para satisfação de fantasias com o meu parceiro. É claro, isto?
E depois há outra coisa que disse no blogue da Luna, que é o facto de nós vivermos, de facto, em sociedade. Ou seja, pode acontecer hoje estar num clube, e amanhã vir dar com ele como... sei lá, aluno? (uma vez que poderei vir a dar aulas...); colega de trabalho? Como fazer nestas situações? Não são problema com certeza, já que ninguém fala delas...
Beijinhos e obrigada por todos os esclarecimentos.

Som Do Silêncio disse...

E disseste tu pequeno? XIÇA

Bem eu não sou apologista dessas practicas sexuais...

Mas quem quer faze-lo olha que o faça tão simples quanto 2+2=4

Uma Beijoka

Insaciável disse...

Muito, muito bom...
Beijos :-)

http://shakermaker.blogs.sapo.pt disse...

Ora viva!

Bom, nunca senti fascinío pelo swing mas se um dia me der uma pancada para experimentar, pelo menos já me sinto um expert na matéria. E tudo graças a este magnifico, e deveras informativo, post.

Mesmo que não faça nada ou troque com ninguém, sempre posso passar uma noite inteira a falar de swing.
Um pouco como um daqueles fala-barato mas que não fazem nada de facto.

Gostei da descrição do falso swinger... Um tipo sempre pode entrar ao barulho dando desculpas esfarrapadas. O pior é se apanha um casal hardcore-swinger pois arrisca-se a levar uma coça daquelas.

Caro Shelyak, óptimo post e muito à frente. Mesmo para mim, WOW!

Um abraço...
shakermaker

Vertigo disse...

Valente informação esta,caro shelyac!obrigada

MalucaResponsavel disse...

Pois swing... axo q é uma opçao d cada um e n tnh nd contra. n tnh mm. para mim n dava. tnh um sentimento de "posse", tv pela idade q ainda tnh, p ser nova, n q n esteja segura d mim e n dê espaço ao outro, dou, mas n csg conceber a ideia do meu namorado c outra pessoa... e q eu permitisse, menos ainda. assim cm n m imagino c ng.. e tb sei q ele n m csg conceber c mais ng... bj

Solitária disse...

Fora do contexto deste post, passei para dizer que só pelo que me contou no meu post já mostra que tem um excelente coração... Desejo um bom fim de semana.
Beijinhos

Alexandre disse...

Já tinha lido duas vezes, agora voltei à 3.ª para comentar... e confesso que aprendi mais com o teu texto agora do que tudo o que tinha lido sobre o tema!

Acho que o artigo - porque bem poderia ser um artigo de jornal ou revista - está completíssimo, interessantíssimo e muito bem escrito e descrito!

Acho o swing mais uma variante sexual e apelativa nesta vida sem graça que a maior parte das pessoas levam, e - desde que agrade a todos os envolvidos - porque não?

Um abraço! Ainda vou responder dentro do prazo ao teu desafio. Um abraço!

Um Momento... disse...

Podes passar na minha casinha ??
Tenho algo para ti:))
Procura lá (",)
Um beijo de noite serena (*)

VdeB disse...

:-)

Gi disse...

É assunto que nunca despertou a minha curiosidade mas comecei a ler e está de tal forma redigido que deu vontade de continuar.
Fiquei mais rica em termos de conhecimentos. Aprender até morrer.

Bom fim de semana

Shelyak disse...

Um Momento,
Pois o texto é longo mas para um tema assim tão complexo, assim "teria" que ser, creio eu.


Maria Ostra,
Verdade que as triangulações e não só são complicadas e muito fáceis de se desequilibrarem mas, mesmo sem elas, não acontecerá a mesma coisa? onde exista a condição humana, a oscilação entre o equilíbrio e desequilíbrio será constante; não existem fórmulas correctas, ideais...apenas um caminho que pode ser melhor ou pior...

Francisco,
Obrigado pela tua simpatia...realmente, mesmo para quem não partilhe o ideal, é sempre útil nem que seja como esclarecimento para o qual tentei contribuir um pouco...

Abssinto,
Estas variações, como tantas outras, são imemoriais; só que, no tempo dos romanos, por exemplo, davam-lhe outros nomes...:)
E não será que toda a Vida é uma variação constante? (o que, em termos filosóficos, sendo a variação constante, deixaria de ser variação para ser apenas uma constante, um modo de estar... ihihihihihihi)

Isamar,
Obrigado pela simpatia...
Uma bela pergunta que fazes, natural e que se justifica sim... e a vida não é uma procura constante dos nossos "eu" ? umas vezes, com sucesso, outras, nem tanto assim...

Marta,
Bem tentei encurtar o texto mas não foi possível sob pena de nâo ficar minimamente elucidativo; não quer dizer que, como agora está, seja esclarecedor mas tentei... tanta coisa mais que haveria a dizer...

Anani,
Entendo-te e já te tinha entendido quando escreveste sobre o tema.
Reparaste que o contacto físico com outro casal não é condição indispensável embora seja menos frequente; quanto ao contacto social, ele apenas poderá existir quando assim os participantes o entenderem mas isso é algo que dará para perceber quando dos primeiros contactos. Será,aliás, desse forma, que as selecções vão sendo feitas, inclusivé do local de encontro; a privacidade é assim gerida de acordo com a nossa vontade.
Quanto à possibilidade de se encontrar, no day after, as pessoas com quem estivemos... bem, isso é possível sim mas uma coincidência quase tão grande como ganhar o euromilhões; mas mesmo que aconteça, não estarão todos no mesmo barco? não existirá uma cumplicidade?

Som do Silêncio,
Apenas divagações sobre o tema, nada mais...:)

Insaciável,
Obrigado pelo teu comentário...

Shakermaker,
Achei imensa graça ao teu comentário e agradeço as tuas palavras...O saber não ocupa lugar e é sempre bom procurar entender de tudo um pouco...nunca se sabe até onde a curiosidade nos pode levar...:)

Vertigo,
Uma informação para guardar...quem sabe se, um dia... a vida é uma caixinha de surpresas...

Maluca Responsável,
Estas coisas têm o seu timing... não acontecem de um dia para o outro, pelo contrário, são processos extremamente lentos e que podem acontecer ou não...importante é sabermos e sentirmos que, a acontecer, não somos freaks...:)

Solitária,
Realmente, o que deixei escrito no teu blog está completamente fora deste contexto mas tem o seu lugar próprio sim...Irei escrever sobre este tema mais tarde pela importância tão grande que tem...
Agradeço o comentário que aqui deixaste...

Alexandre,
Todos somos livres de trilhar os caminhos que nos possam, em determinada altura da vida fazer sentir melhor, desde que não violente quem estiver ao nosso lado.
Como diz, numas linhas "perdidas" em todo um tratado, na filosofia tântrica, não existe o certo e o errado; apenas o que se gosta...
Foram muito simpáticas as tuas palavras...

UM Momento,
Já lá fui e, como então te disse, agradeço-te a distinção...

Voyeur de Blogs,
Foi sentido quando disse "volta rapaz!".
Obrigado pela tua visita...

Gi,
Como disse antes, é sempre bom irmos recolhendo informação sobre todos os temas; torna-se assim mais fácil entender o Mundo...

Para todos, um obrigado por este pequeno espaço de "divagação" para o qual contribuiram...seja qual for o tema, vamos ficando cada vez mais ricos...
Não sou de forma alguma um entendido na matéria mas gosto de ir aprendendo e partilhar o pouco que sei e que tenho...
Se sonhássemos o que cada pessoa, desconhecida ou não, com quem nos cruzamos no dia-a-dia, o que lhes vais no pensamento, em termos de sexo, creio que, em grande parte das vezes, ficaríamos "corados" e concluir que, afinal, we're not alone...
Xi-coração a todos :)

luafeiticeira disse...

Gostei bastante do post, pois apresentas o tema do modo mais cru possível, sem comentários que levem a dúbias interpretações.
jocas

Anani disse...

Essa é tendência mais "evidente", para se achar que estão todos no mesmo barco. Mas, como sabes, na sociedade o barco não tem os lugares todos iguais, há posições diferenciadas... e se ele for meu subordinado, ou o contrário, por exemplo? E se o gajo (ou mulher, é indiferente) for má pessoa e me quiser lixar, lixa...
Hipótese do Euromilhões? Na nossa Lisboa pequenininha? Não me parece, acho que as coincidências existem; e, normalmente, lixam o mais fraco...
Beijinhos

carpe vitam! disse...

Gostei das FAQs, servem de orientação. Pus-me a pensar sobre o que é isso de "só sexo" e "não inclui ou admite envolvimento sentimental de nenhum tipo". Eu entendo que a ideia seja acima de tudo proteger a relação dos casais, mas isso não é partir com receios? Não será possível haver amizade ou paixão? Um casal swinger não deverá estar preparado para lidar com isso, não como sendo uma coisa indesejável, mas como algo que poderá acontecer naturalmente, sem que isso afecte negativamente a sua relação?

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